domingo, 5 de junho de 2022

Poema do amigo aprendiz.

 


Fernando Pessoa

Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.

Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias…

Fonte imagem: https://br.pinterest.com/pin/844706473839792638/

terça-feira, 12 de abril de 2022

Que você se cure


Autoria Mônica Gomes


Que você se cure das desculpas que nunca vieram, do perdão que nunca chegou.
Que você se cure do silêncio que deixaram quando tudo que você queria era uma explicação.
Que você se cure da falta de respeito e entenda que nem sempre o outro vai ter a mesma consideração e isso não diminui o que você é.
Que você se cure das promessas que nunca se cumpriram, das palavras que não se tornaram atitudes.
Que você se cure do adeus sem despedida, do vazio que fica quando alguém que amamos decide ir e não nos levar juntos.
Que você aceite que quem te feriu não vai te curar, porque muitas vezes, essa pessoa nem tem dimensão da ferida que ficou aberta no seu peito.
Que você se cure de quem te magoou.
Que você se cure de todas as vezes que se doou e doeu na mesma proporção.
Que você se cure, pois nada nessa vida te faz mais forte do que superar o que um dia te magoou.
Fonte:https://www.facebook.com/groups/310404919579859

Ser feliz


Guimarães Rosa


"Alegre era a gente viver devagarinho,
miudinho, não se importando
demais com coisa nenhuma.
Felicidade se acha é só
em horinhas de descuido."

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Mutações da literatura no século XXI

 


Titulo original: Mutações da literatura no século XXI
Autora: Leyla Perrone-Moisés
Páginas: 296
Lançamento: 17/08/2016
ISBN: 9788535927733
Selo: Companhia das Letras

LEYLA PERRONE-MOISÉS     nasceu em São Paulo,  em 1936.  É doutora em Língua e Literatura  Francesa  e  professora  emérita  da  Faculdade  de  Filosofia, Letras  e  Ciências Humanas da USP.  Coordenou o Núcleo de Pesquisa Brasil-França,  do Instituto de Estudos Avançados da USP, de 1988 a 2010.  Em 2013,  ganhou  o  prêmio  da Fundação Bunge por vida e obra. Pela Companhia das Letras, é autora de As flores da escrivaninha, Inútil poesia, Mutações da literatura no século XXI, entre outros.


Leyla Perrone-Moisés  é uma das  críticas mais atentas e curiosas do Brasil.  É  famosa por descobrir os melhores jovens autores,  além de se destacar pela qualidade  de s eus escritos. Neste livro atual e desafiador,  ela lê autores como Jonathan  Franzen, Bernardo Carvalho e Roberto  Bolaño  para  tentar  compreender  como  grandes  livros  continuam  a surgir  e  a impactar os leitores. Como diz a autora na "Apresentação": "Enquanto a situação do ensino da  literatura  continuou  se degradando,  a  prática  da  literatura  não  só  tem  resistido  ao contexto  cultural  adverso  mas  tem  dado  provas  de  grande  vitalidade,  em  termos    de quantidade,  em  termos  de  quantidade,  de  variedade e  de qualidade. E é isso que pretendo mostrar neste livro".

Um livro para ser lido por todos bons leitores e, principalmente por aqueles que estão começando a escrever.


Mia Couto


Velho, não.

Entardecido, talvez.

Antigo, sim.



Me tornei antigo

porque a vida,

tantas vezes, se demorou.

E eu a esperei

como um rio aguarda a cheia.

domingo, 30 de janeiro de 2022

Deixa-me seguir para o mar




Mario Quintana
Tenta esquecer-me... Ser lembrado é como
evocar-se um fantasma... Deixa-me ser
o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo...
Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
me recamarei de estrelas como um manto real,
me bordarei de nuvens e de asas,
às vezes virão em mim as crianças banhar-se...
Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir... é seguir para o Mar, as imagens perdendo no caminho...
Deixa-me fluir, passar, cantar...
toda a tristeza dos rios é não poderem parar!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

TUDO QUE VICIA COMEÇA COM C



De: - LUIZ FERNANDO VERÍSSIMO

"Tudo que vicia começa com C. Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia um tanto sinistra: vícios. Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade. Pensei, pensei e, de repente, um insight: tudo que vicia começa com a letra C! De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com cê. Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c. Depois, lembrei das drogas pesadas: cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis sativa que também começa com cê. Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também - adivinha - começa com a letra c. Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não? Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum. Impressionante, hein? E o computador e o chocolate? Estes dispensam comentários. Os vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana. Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada "créeeeeeu". Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade... cinco. Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra C. Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o "ato sexual", e este é denominado coito. Pois é. Coincidências ou não, tudo que vicia começa com cê. Mas atenção: nem tudo que começa com cê vicia. Se fosse assim, estaríamos salvos pois a humanidade seria viciada em Cultura..."

Fonte da imagem: https://pt.testsworld.net/teste-de-cultura-geral.html

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Seiscentos e Sessenta e Seis

 


Mário Quintana


A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos…
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre, sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

livro Esconderijos do Tempo
Imagem:https://r.search.yahoo.com/

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Carta a Josefa, minha avó”, por José Saramago (1968) .


No ano de 1968, José Saramago publicou no jornal A Capital, de Lisboa, a crónica Carta a Josefa, minha avó. Anos mais tarde, ela seria publicada no livro Deste Mundo e do Outro. Abaixo segue a reprodução da página do jorna l A Capital em que foi originalmente publicado o texto.
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Carta para Josefa, minha avó
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Tens noventa anos. És velha, dolorida. Dizes-me que foste a mais bela rapariga do teu tempo — e eu acredito. Não sabes ler. Tens as mãos grossas e deformadas, os pés encortiçados. Carregaste à cabeça toneladas de restolho e lenha, albufeiras de água.
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Viste nascer o sol todos os dias. De todo o pão que amassaste se faria um banquete universal. Criaste pessoas e gado, meteste os bácoros na tua própria cama quando o frio ameaçava gelá-los. Contaste-me histórias de aparições e lobisomens, velhas questões de família, um crime de morte. Trave da tua casa, lume da tua lareira — sete vezes engravidaste, sete vezes deste à luz.
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Não sabes nada do mundo. Não entendes de política, nem de economia, nem de literatura, nem de filosofia, nem de religião. Herdaste umas centenas de palavras práticas, um vocabulário elementar. Com isto viveste e vais vivendo. És sensível às catástrofes e também aos casos de rua, aos casamentos de princesas e ao roubo dos coelhos da vizinha. Tens grandes ódios por motivos de que já perdeste lembrança, grandes dedicações que assentam em coisa nenhuma. Vives. Para ti, a palavra Vietname é apenas um som bárbaro que não condiz com o teu círculo de légua e meia de raio. Da fome sabes alguma coisa: já viste uma bandeira negra içada na torre da igreja.(Contaste-mo tu, ou terei sonhado que o contavas?)
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Transportas contigo o teu pequeno casulo de interesses. E, no entanto, tens os olhos claros e és alegre. O teu riso é como um foguete de cores. Como tu, não vi rir ninguém. Estou diante de ti, e não entendo. Sou da tua carne e do teu sangue, mas não entendo. Vieste a este mundo e não curaste de saber o que é o mundo. Chegas ao fim da vida, e o mundo ainda é, para ti, o que era quando nasceste: uma interrogação, um mistério inacessível, uma coisa que não faz parte da tua herança: quinhentas palavras, um quintal a que em cinco minutos se dá a volta, uma casa de telha-vã e chão de barro. Aperto a tua mão calosa, passo a minha mão pela tua face enrugada e pelos teus cabelos brancos, partidos pelo peso dos carregos — e continuo a não entender. Foste bela, dizes, e bem vejo que és inteligente. Por que foi então que te roubaram o mundo? Quem to roubou? Mas disto talvez entenda eu, e dir-te-ia o como, o porquê e o quando se soubesse escolher das minhas inumeráveis palavras as que tu pudesses compreender. Já não vale a pena. O mundo continuará sem ti — e sem mim. Não teremos dito um ao outro o que mais importava. Não teremos, realmente? Eu não te terei dado, porque as minhas palavras não são as tuas, o mundo que te era devido. Fico com esta culpa de que me não acusas — e isso ainda é pior. Mas porquê, avó, por que te sentas tu na soleira da tua porta, aberta para a noite estrelada e imensa, para o céu de que nada sabes e por onde nunca viajarás, para o silêncio dos campos e das árvores assombradas, e dizes, com a tranquila serenidade dos teus noventa anos e o fogo da tua adolescência nunca perdida: «O mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer!»

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Por que as pessoas gritam?


Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.

- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – Questionou novamente o pensador.

- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:

- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:

- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.




Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

Elas não gritam. Falam suavemente.

E por quê?

Porque seus corações estão muito perto.

A distância entre elas é pequena.

Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.

Seus corações se entendem.

É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.




Por fim, o pensador conclui, dizendo:

“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”                                


DESCONHEÇO A  AUTORIA .

domingo, 5 de setembro de 2021

Não se mate

 



Carlos Drummond de Andrade

Carlos, sossegue, o amor
é isso que você está vendo:
hoje beija, amanhã não beija,
depois de amanhã é domingo
e segunda-feira ninguém sabe
o que será.

Inútil você resistir
ou mesmo suicidar-se.
Não se mate, oh não se mate,
reserve-se todo para
as bodas que ninguém sabe
quando virão,
se é que virão.

O amor, Carlos, você telúrico,
a noite passou em você,
e os recalques se sublimando,
lá dentro um barulho inefável,
rezas,
vitrolas,
santos que se persignam,
anúncios do melhor sabão,
barulho que ninguém sabe
de quê, praquê.

Entretanto você caminha
melancólico e vertical.
Você é a palmeira, você é o grito
que ninguém ouviu no teatro
e as luzes todas se apagam.
O amor no escuro, não, no claro,
é sempre triste, meu filho, Carlos,
mas não diga nada a ninguém,
ninguém sabe nem saberá.


Poema do livro Reunião

LEMÚRIA, ATLÂNTIDA E A MISSÃO DA QUINTA RAÇA (HUMANIDADE)

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

A lenda das almas gêmeas


Trecho do livro abaixo:

"Há muitos milhares de anos atrás, a humanidade foi bissexual, trazia em si os dois sexos e eram chamados de divinos hermafroditas. Dizem os grandes Mestres da  pátria-mãe Mu, que esses seres alcançaram um grande desenvolvimento técnico e podiam fazer grandes obras. Mas pecaram por orgulho, endeusaram-se a si próprios e desejaram ser maiores que os deuses. Então o grande deus Posseidon resolveu dar um castigo àqueles seres tão orgulhosos. Contam os Mestres que o grande deus, por intermédio dos seus auxiliares, munidos de espadas mágicas, com um só golpe separaram os hermafroditas pelo meio, fazendo então com que cada metade conservasse um sexo, masculino ou feminino. É por isso que, até os dias de hoje, uma metade procura avidamente a outra, para se completar novamente. Os dois polos que se procuram, as duas metades para fazer uma completa. As almas gêmeas.




Título: A Terra das Araras Vermelhas:  uma história na Atlântida
Autor: Roger Feraudy
Formato: 14x21cm
Páginas: 352
Categoria: Espiritualistas
ISBN: 9788576181150
Edição: 5ª

Sinopse: A Atlântida existiu!
Foi a Terra-Mãe de civilizações como a indú, a egípcia, a grega, os árias, os incas, maias e astecas, os peles-vermelhas americanos etc.
E se ficássemos sabendo que legítimo sangue atlante original corre nas veias físicas e espirituais do povo brasileiro? E que povos da Atlântida se estabeleceram um dia no território brasileiro e terminaram originando nações que hoje conhecemos como culturas indígenas brasileiras?
Lendo diretamente os registros espirituais de tempos remotos, o autor desta fascinante história, verídica em todos os detalhes, levanta o véu da História não contada da terra brasileira, e nos leva a conhecer intimamente a vida da colônia atlante estabelecida há 40.000 anos no litoral do Estado do Espírito Santo.
Uma narrativa intensa e vívida, tecida com os fios de vários dramas de fascinantes personagens que construíram o destino da Terra das Araras Vermelhas.
Uma história apaixonante, que irá seduzir o leitor pela riqueza de informações inéditas sobre a história remota e ignorada do Brasil, e a herança atlante que pode ser reconhecida em diversos caracteres psíquicos do povo brasileiro. E cativá-lo com a trama envolvente que reuniu muitos destinos num drama de amor e morte, espiritualidade e forças mágicas, paixões e intrigas, lutas de poder, generosidade e renúncia, heroísmo e grandeza.
“A Terra das Araras Vermelhas” é um romance ancestral e uma revelação inédita. Raras obras resultantes de pesquisa psíquica do passado podem igualar-se a riqueza, precisão e beleza dessa narrativa, que retrata a magia do povo atlante.




terça-feira, 20 de julho de 2021

Quantas...






Quanta amargura é necessária para se transformar em diabetes?
Quanta solidão, rancor ou insatisfação se requer para manifestar um câncer?
Quanta ira se precisa para que a gastrite apareça?
Quantas emoções não digeridas necessitamos para ter problemas estomacais?
Quantas palavras não ditas e guardadas calamos para que se transformem em problemas na garganta e na tireoide?
Quanta falta de amor é necessária para que se transforme em dermatite?
Quantas insatisfações são necessárias para que se originem as infecções?
E qual será a dose de abandono para a obesidade?
Toda emoção ou sentimento mal canalizado causa uma enfermidade e desperta um padrão repetitivo emocional ancestral adormecido.
Quanto tempo mais nós queremos esperar para resolver isso que é importante resolver na nossa vida?
Onde está nosso limite para dizer basta e tomar atitudes reais e concretas para mudar esta história que nos leva ao cansaço da vida.
Porque sabemos que essas situações não mudarão sozinhas, mas sim vamos percebendo que, com o tempo, vão piorando.
Atrevamo-nos a realizar a mudança que necessitamos, que permita mudar essa percepção que até agora temos e possamos fluir como a água e recuperar a chama da vida que está dentro de nós.
Não deixemos passar mais tempo para viver a vida que merecemos.
De acordo com estudos médicos, 90% das doenças partem das emoções: aqui está a importância de curar nosso coração e nossas feridas para podermos ter uma vida plena.
Te convido que hoje você se acerque ao seu coração e jogue fora tudo o que te pesa e te adoece.
Não procuremos a paz onde jamais a encontraremos, não busquemos a felicidade e o prazer onde jamais virá.
Nossos ossos estão secos e enfermos por causa da nossa tristeza e amargura, então... é tempo de soltar. É tempo de curar e perdoar.
É tempo de se curar
É tempo de viver.
Fonte: @despertealuzemvoce - facebook

terça-feira, 22 de junho de 2021

Samba do Grande Amor

 

"Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito

 Exijo respeito, não sou mais um sonhador

 Chego a mudar de calçada

 Quando aparece uma flor

 E dou risada do grande amor

 Mentira" 

 Trecho do Samba do Grande Amor - Chico Buarque





Nem